Muitas pessoas nos procuram diariamente com a seguinte dúvida: investir em uma loja virtual ou em vendas nos marketplaces? Acreditamos que o empreendedor deve investir em todos os canais possíveis, desde que tenha uma boa gestão do seu estoque e controle da sua operação para atender as demandas. Entretanto, a intensidade entre os investimentos desses canais dependerá do estágio de amadurecimento do seu negócio.Sabemos que hoje em dia vender na internet é uma ótima saída para a crise. Se há dez anos fazer compras pela web gerava muita desconfiança, atualmente uma grande parte das pessoas opta pelo e-commerce como uma alternativa cômoda, rápida e segura.

Em um dispositivo que cabe na mão, o comprador compara dezenas de preços, tem a sua disposição várias lojas, informações sobre experiências de outros compradores, enfim, tudo que ele precisa para que a experiência de compra seja positiva.

Segundo dados levantados pela consultoria Conversion, o faturamento do e-commerce brasileiro previsto para 2016 é de quase 70 bilhões, o que representa um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. A previsão para o Black Friday deste ano é de um faturamento de 8,72 bi, crescimento de 12,51% referente ao ano anterior.

Quer mais? A previsão é que até 2021, o faturamento do e-commerce atinja a casa dos 229 bilhões.

Ou seja, esses números mostram o quanto o e-commerce cresce e, independente de crises, é um modelo de negócio extremamente vantajoso.

Caso você esteja pensando em abrir um negócio, certamente uma das primeiras questões é por onde começar. Criar sua própria loja virtual ou investir em marketplaces como MercadoLivre, B2W e CNova.

Bom, vamos lá! Estamos aqui para passar um pouco da nossa experiência para vocês. Em primeiro lugar, vender em marketplaces é sim um grande negócio. 90% de nossos clientes começam seus negócios através de marketplaces. Os motivos para isso são muito simples: o baixo investimento inicial e facilidade para fazer a primeira venda.

Costumamos dizer em nossos treinamentos que os marketplaces são como shoppings, neles já existem grandes investimentos para que pessoas os visitem diariamente. Caso você tenha uma loja dentro desses shoppings, certamente você será beneficiado pelo público que estará lá. O mesmo acontece com marketplaces, sites como MercadoLivre, B2W (Americanas, Submarino, Shoptime e SouBarato) e CNova (Extra, Ponto Frio, Casas Bahia e Cdiscount), proporcionam um resultado instantâneo e rapidamente você consegue anunciar seus produtos e já sair vendendo neles, pois todo o trabalho de trazer o público é feito por eles, sua preocupação será apenas vender e repassar uma porcentagem sobre as vendas.

Você terá muito mais visibilidade dentro de um marketplace devido à grande divulgação e popularidade desses sites, além dos facilitadores de pagamento. O MercadoLivre, por exemplo, oferece o MercadoPago, que tira toda a burocracia e possibilita ao vendedor já oferecer opções de compras com cartão de crédito e parcelamentos. Toda estrutura de negociação de taxas com operadoras fica sob responsabilidade deles.

Outro ponto muito importante é o baixo investimento. Os marketplaces não cobram nenhum tipo de setup ou investimento inicial. Em alguns deles você se cadastra e já sai vendendo. Em outros, você passa pelo processo de avaliação e, se aprovado, passa a vender seus itens dentro de algumas horas.

Se temos as vantagens enumeradas acima, por outro lado, muitas vezes as taxas dos marketplaces costumam ser bem altas, variando entre 16% e 20% do valor da venda. Quem hoje em dia tem margem para repassar 20% apenas para um canal de vendas?

Outro ponto negativo: não é você que aparece, são seus produtos. Quando alguém compra por meio de um marketplace, ele vai lembrar que comprou no MercadoLivre, Americanas e etc., dificilmente lembrará ao certo o vendedor que estava por trás daquela negociação. Para divulgação de marca e fidelização de clientes esse é um entrave.

Seguindo esse raciocínio, abrir sua própria loja virtual pode ser uma boa opção porque mensalmente os custos operacionais poderão ser mais baixos que os dos marketplaces. Por exemplo, um cliente da Becommerce paga em média 0,89 centavos para cada venda no site e não é cobrado por limite de produtos cadastrados e nem por planos de pageviews. Hoje o ticket médio do e-commerce está em torno de 300 reais (ticket médio é o valor médio de cada compra realizada em sites de e-commerce. Ou seja, os mesmos 0,89 centavos representam menos de 0,30% do valor da venda. Bem diferente dos 20% praticados em marketplaces, não é?).

Ainda, sua própria loja virtual você poderá construir a sua marca, diferente dos marketplaces, sua loja pode ser montada com o layout que você desejar, dedicado ao seu público-alvo. Cores intensas para produtos tecnológicos com visuais mais apelativos, layouts cleans para produtos femininos, enfim, a preocupação com o visual da sua loja virtual deve ser a mesma que você teria no caso de uma loja física. As pessoas precisam se sentir seguras quando entram na loja e um ambiente bem cuidado e organizado faz toda diferença, seja ele no mundo real ou no virtual.

Lembram daquela comparação que fizemos de shopping e marketplace? Então, no caso da sua própria loja virtual ele também funciona, só que nesse caso a loja virtual está para internet como uma loja física sendo aberta em uma rua de bairro, ou seja, para que as pessoas saibam da sua existência, você precisará investir em divulgação, e para que se consiga atingir resultados positivos na sua loja virtual é imprescindível investir em market digital.

O resultado da loja vai demorar um pouco, não será a mesma coisa de um marketplace. Porém, lembre-se que a sua loja é só sua e ali você poderá se destacar realmente de forma diferenciada dos seus concorrentes.

Enfim, não existe certo ou errado. Se o capital inicial é baixo, o melhor caminho é iniciar em marketplace e assim que se sentir seguro e consolidado, investir em sua própria loja virtual. Campanhas de transição, orientações para que seus compradores de marketplaces conheçam seu site por meio de disparos de e-mail marketing e promoções, investimento em marketing digital para divulgação da sua loja são alguns caminhos.

E, acima de tudo, escolha uma plataforma que te possibilite vender em todos esses canais de forma centralizada para que a gestão seja mais eficiente; que possibilite anunciar em vários marketplaces e na sua própria loja virtual ao mesmo tempo; que te entregue relatórios gerenciais sobre sua operação; que tenha internamente um controle de estoque e ferramentas exclusivas para dar engajamento ao seu negócio.

É importante se preocupar com a experiência de compra dos visitantes. Torne seu site um lugar agradável e único. Um lugar que seja rápido de se navegar e com pouca burocracia para comprar. Esteja preparado para versões mobile, use e abuse de certificados e selos de segurança e tenha ao seu lado uma agência que respire e-ecommerce todos os dias.

Nós da Becommerce temos a solução ideal para você que já vende ou tem interesse em vender na internet. Temos tecnologia de ponta e uma equipe que entende muito do negócio.

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Leandro Feitosa

Leandro faz parte do time comercial da Ecommet desde sua primeira formação, administrador de formação e apaixonado por e-commerce, esta sempre em busca de novidades para vocês!